Cerveja e o Movimento Modernista Brasileiro

O movimento cervejeiro brasileiro tem passado  nos últimos meses (ou anos talvez) por algumas discussões sobre se já temos ou se está em formação uma escola brasileira de cerveja. Se podemos aspirar em definir uma identidade nacional na produção de cervejas artesanais.

Muito já se falou sobre isso, vide abaixo:

http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos+paladar,a-busca-do-dna-proprio,4523,0.shtm

http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/platb/paoecerveja/2011/04/13/escola-brasileira-de-cervejas-quando/

http://telecerveja.blogspot.com/2010/12/escola-brasileira-de-cerveja.html

http://cervejariabamberg.blogspot.com/2011/05/escola-cervejeira.html

http://gastrobirra.wordpress.com/2011/06/30/alma-brasileira/

http://paragrafo11.com/2011/05/25/debate-sobre-a-identidade-da-cerveja-brasileira-beleza-interior-e-exterior/

http://www.mestre-cervejeiro.com/artigos/a-identidade-brasileira-na-cerveja.html

http://hummcerveja.blogspot.com/2008/11/escola-brasileira_03.html

http://www.gazetadopovo.com.br/colunistas/conteudo.phtml?tl=1&id=1097604&tit=Cervejas-a-brasileira

http://worldofbeer.wordpress.com/2010/12/13/about-those-brazilian-craft-breweries/

http://dreiadler.com.br/inside/?p=297

http://dreiadler.com.br/inside/?p=395

Na opinião de alguns, já trilhamos este caminho com inovações como o uso de rapadura e mandioca pela Cervejaria Colorado, bacuri pela Amazon Beer e Jaboticaba pela Falke Bier. Na opinião de outros ainda temos um longo caminho a trilhar e precisamos primeiro dominar a técnica e os estilos existentes, produzir cerveja de qualidade e sem defeitos de produção antes de buscar uma identidade própria.

Toda essa discussão me fez lembrar do movimento modernista do início do século XX. Acho que todo mundo que não dormiu nas aulas de literatura do colegial lembra da Semana de Arte Moderna de 1922 e do subsequente Manifesto Antropófago de Oswald de Andrade.

Só para lembrar, o movimento modernista no Brasil foi caracterizado pela ruptura com as regras e movimentos artísticos anteriores e pela busca de uma identidade nacional através da assimilação seletiva das novas escolas européias (cubismo, futurismo, etc.) e adequação as singularidades da cultura brasileira. O modernismo também foi marcado pela liberdade de estilos e a aproximação com o coloquial, o costumeiro.

O movimento iniciou formalmente com a Semana de Arte Moderna de 1922 e foi com a publicação do Manifesto Pau Brasil em 1924 e Manifesto Antropófago em 1928 que ele formalizou a busca pela identidade nacional. Ambos de forma mais enfática pregavam a ruptura com os movimentos e escolas européias e a assimilação (“deglutição”) crítica destas, com o fim de recriá-las, tendo em vista o redescobrimento do Brasil em sua autenticidade primitiva.

Manifesto Antropófago

Mas o que tem o Movimento Modernista a ver com o movimento cervejeiro brasileiro?

TUDO.

Será que os trechos abaixo em nada tem a ver com as discussões contemporâneas dos colegas do movimento cervejeiro?

“Nossa época anuncia a volta ao sentido puro.
Um quadro são linhas e cores. A estatuária são volumes sob a luz.
A Poesia Pau-Brasil é uma sala de jantar das gaiolas, um sujeito magro compondo uma valsa para flauta e a Maricota lendo o jornal. No jornal anda todo o presente.
Nenhuma fórmula para a contemporânea expressão do mundo. Ver com olhos livres.”

Manifesto Pau Brasil, 1924

“Tupi, or not tupi that is the question.
Contra todas as catequeses. E contra a mãe dos Gracos.
Só me interessa o que não é meu. Lei do homem. Lei do antropófago.
Estamos fatigados de todos os maridos católicos suspeitos postos em
drama.”

“Contra as sublimações antagônicas. Trazidas nas caravelas.
Contra a verdade dos povos missionários, definida pela sagacidade de um antropófago, o Visconde de Cairu -É mentira muitas vezes repetida.
Mas não foram cruzados que vieram. Foram fugitivos de uma civilização que estamos comendo, porque somosfortes e vingativos como o Jabuti”.
Manifesto Antropófago – 1928

 

Depois de participar, ler e ouvir tantas discussões sobre se existe ou como desenvolver uma escola cervejeira brasileira, a associação de um movimento com o outro é clara.

Tupi, or not tupi? Eu já acho que é melhor dizer: Açaí, or not açaí?

Como engenheiro eu entendo os questionamentos dos que acham que o momento é de desenvolver a técnica e produzir uma cerveja de qualidade. Como engenheiro em meu trabalho eu procuro sempre executar com precisão a técnica para entregar ao consumidor um produto impecável. E não há nada de errado em se buscar excelência técnica na produção cervejeira e entregar um produto distinto dos concorrentes e ao mesmo tempo impecável na produção.

Não sou especialista em história da arte ou literatura, mas imagino que os modernistas devem ter sido questionados de forma similar. Será que a arte e a literatura brasileira já eram tão evoluídas a ponto de buscar se descolar das escolas européias? Se Tarcila do Amaral buscasse se aperfeiçoar tanto na pintura realista ela teria feito o Abaporu? Se Mário de Andrade tentasse se aprofundar tanto no expressionismo alemão ele teria escrito Macunaíma?

Abaporu

Mas como cervejeiro amador eu também entendo a paixão pela criação. Em buscar colocar no produto um pouco do coração, da filosofia, da identidade do seu produtor.

Os dois caminhos são válidos. O da técnica e o da arte.

O que proponho é que na busca de um estilo ou escola cervejeira brasileira devamos seguir o caminho apontado pelos modernistas. Assimilar de forma crítica os estilos, técnicas, ingredientes das escolas tradicionais, buscar uma identidade nacional baseada na natureza, história e cultura brasileiras e recriar os estilos tradicionais pela ótica antropofágica.

Para isso, precisamos dominar os estilos e técnicas tradicionais para produzir cerveja de qualidade pois somente com este domínio que iremos ter sempre o resultado planejado. E nunca deixar de tentar incorporar ingredientes e sabores nacionais nas nossas cervejas.

Afinal temos no Brasil a maior bio diversidade do planeta. Temos mais de 200 tipos de frutas únicos.

Temos uma cultura vasta e miscigenada que evoluiu da mistura de europeus, africanos, asiáticos e índios. A cultura brasileira é a cultura da miscigenação.

Vamos fazer cerveja com fruta, erva mate e boldo. Vamos fazer IPA com lúpulo tcheco, pilsen com fermento ale, cerveja de quinoa.

Vamos miscigenar a cultura cervejeira brasileira.

Não sou inocente a ponto de achar que uma análise simplista do movimento modernista e cervejeiro feita por um novato (eu) irá mudar a o rumo da discussão.

Só quero estimula-la ainda mais para que do caos surja algo novo e indiscutivelmente nacional.

21 Responses to Cerveja e o Movimento Modernista Brasileiro

  1. Bia Amorim disse:

    Muito bom e em boa hora o texto. Mostra como precisamos voltar as nossas raízes para aprender como seguir para o futuro!

    • Bia, muito obrigado pelo comentário. Fico feliz em saber que mesmo participando a pouco tempo do movimento cervejeiro já consigo entender os dilemas que todos enfrentam.

  2. Paulo Feijão disse:

    Caro,

    Muito legal seu raciocínio e as colocações e comprações que fez. Com certeza vai fazer muita gente, inclusive eu, parar e pensar.

  3. Lendo seu texto remeti a história brasileira e também na história mundial. A viagem feita por mim em seu texto foi muito clara, sobre a comparação do antigo e do novo, numa quebra de paradigmas que foi a semana da arte moderna em 1922.

    “O evento – organizado por um grupo de intelectuais e artistas por ocasião do Centenário da Independência – declara o rompimento com o tradicionalismo cultural associado às correntes literárias e artísticas anteriores: o parnasianismo, o simbolismo e a arte academica.”

    Acho que seguindo a risca este modelo que estamos passando, iremos remeter ao estilo Belga de se fazer cerveja, indo contra Reinheitsgebot lei promulgada pelo duque Guilherme IV da Baviera, em 23 de Abril de 1516. A lei da pureza da cerveja instituiu que a cerveja deveria ser fabricada apenas com os seguintes ingredientes: água, malte de cevada e lúpulo.

    O ato de se instituir remete a era da ditadura militar, e com isso limita a nossa liberdade.
    Por outro lado, a ditadura militar fez com que uma fagulha se acendesse no povo Brasileiro para se libertar, criando com isso a criatividade literária e musical para se burlar ao regime institucional.

    Passamos mais por uma Tropicália, Tropicalismo ou Movimento tropicalista no mundo cervejeiro.

    E concordo com você, vamos usar a criatividade, os recursos naturais tropicais, porém sem antes entender toda a história e técnica cervejeira.

    Abraços!!

    Rodrigo Kimura- BeerSpot.com.br

  4. Parabéns pelo seu excelente paralelismo e profundo e maravilhoso ponto de vista.

    Acho curioso apenas a tentativa do compreender o domínio e técnicas dos estilos tradicionais… E me pergunto:

    Para compreender mecânica Quântica precisamos Entender as regras da Mecânica Clássica?

    Talvez… Nao, Sim, possivelmente “historicamente sim”, realmente o conhecimento é absolutamente valido.

    De qualquer forma é necessário estudos cervejeiros, não obrigatoriamente tradicionais apenas, mas sim a ciência Cerveja e suas possibilidades de facetas inclusive Técnicas de Fermentações …

    Outro ponto interessante é justamente saber que fazemos cerveja a 3.000 anos mas conhecemos a levedura (microrganismo) biotecnologia parte “central da cerveja” a 100 anos… Ou seja de qual forma podemos incluir escolas antigas e tradicionais, quando falamos de levedura? “Escolas” tradicionais, historicamente é apenas a ponta do Iceberg, mesmo porque fazemos “Mosto” ou criamos, desenvolvemos técnicas para fazer mosto… A quase 3000 anos… quem de fato faz cerveja é a Levedura/microrganismo e o conhecimento da interação do homem com este microrganismo “levedura”, estes estudos sao muito recente.

    Não é apenas a flora que proponho colocar em pauta desta discussão para busca da identidade brasileira, uma fruta (cajá, mangaba, umbu, graviola…) ou castanhas diversas ou ate mesmos envelhecimento em nossas madeiras como Jequitiba, castanheira, Amburana, nogueira…e sim os “microrganismos/ leveduras ” ainda nao catalogado, identificado presente em nossa flora, que será a alma verdadeira em nossa Cerveja, …logo.

    Acredito que a fermentacao como a mais recente das ciências e tecnologias da cerveja, será o ponto central para os novos trabalhos ou melhor… cervejas brasileiras…

    Saudações
    Samuel Bodebrown

    • Daniel disse:

      “Para compreender mecânica Quântica precisamos Entender as regras da Mecânica Clássica?”

      Sim.🙂

    • Samuel,
      A discussão é infindável. A busca deve ser sempre sobre qual caminhos queremos trilhar. Qual identidade queremos ter e como queremos ser vistos.
      Nesta busca nunca podemos esquecer do passado. Se queremos “reinventar” os métodos de fazer cerveja, precisamos conhecer e entender como ela foi feita nestes últimos 4 mil anos. Concordo que as leveduras e bactérias (no caso das sour ales) são os operários invisíveis da cerveja e são elas que fazem todo o trabalho duro. Agora precisamos dominar os processos cervejeiros de preparação do mosto para criar as condições ideais para que esses operários produzam os sabores que desejamos. Daí vem a decisão de como pretendemos aprender estes processos. Na minha opinião existem somente dois métodos de aprendizado. Ou aprendemos pelo próprios erros ou aprendemos com os erros dos outros. Afinal temos 4 mil anos de erros e acertos. Por que ignora-los?
      abraço

  5. Paulo Cavalcanti disse:

    Parabens, sem dúvida um dos melhores textos que já li sobre esse assunto!!!

  6. Pingback: Cerveja e o Movimento Modernista Brasileiro (via Rotenfuss Bier) | Beto Bertagna a 24 quadros

  7. Daniel, Será?
    O processo “quantIzacao” não seria alheio a mecânica classica?
    E a necessidade de alguns apontamentos matemáticos se faz necessário por existir muitos fenômenos quânticos difíceis de imaginar “concretamente”, tornando “sometimes” necessário a “visualização” um pouco mais de abstração matemática como Álgebra Linear ” Operador, Autovetor e Autovalor” ?

    Esta ficando bom, Mordenismo, Mecânica Quantica e Biotecnologia… Tudo cerveja.
    Samuel

    • Daniel disse:

      Samuel,
      É preciso conhecer a mecânica clássica para saber que o modelo quantico é valido. A quantica é uma extensão dos modelos anteriores que explica melhor o que ocorre no mundo das “pequenitudes”, mas o comportamento quantico também é válido no mundo clássico, apenas é mais dificil perceber isso. Utilizando a quantica pra estudar um objeto clássico, digamos uma pessoa, eu posso verificar que a pessoa não “está” na posição X, ela apenas tem uma probabilidade de estar lá. O que ocorre é que esta probabilidade é tão incrívelmente alta que se você for calcular a incerteza nessa medida de posição ela será menor que um raio atômico.
      A ausência da interpretação física de alguns pontos da quantica advém únicamente das nossas próprias limitações, pois em toda nossa existência sempre vimos o mundo de maneira clássica e simplesmente não somos capazes de interpretar certas coisas por falta de uma referência.

      E só pra falar um pouco de cerveja, dou meu pitaco de que é essencial conhecer o tradicional antes do surgimento de uma escola brasileira. Para fazer algo diferente é preciso entender em que somos/seremos diferentes, caso contrário estaremos apenas jogando ingredientes às cegas em nossas panelas sem apreciar o efeito individual de cada detalhe modificado.

      • Daniel,Show.
        Obrigado, brilhante a conclusão das necessidade dos referenciais. Quanto a “Zur Quantenmechanik” de fato sao probabilidades do que pode ser mas nunca o que é, tenho que citar Thomas S. kuhn:

         “A emergência de novas teorias é geralmente precedida por um período de insegurança profissional pronunciada, pois exige a destruição em larga escala de paradigmas e grandes alterações nos problemas e técnicas da ciência normal. Como seria de esperar, essa insegurança é gerada pelo fracasso constante dos quebra-cabeças da ciência normal em produzir os resultados esperados. O fracasso das regras existentes é o prelúdio para uma busca de novas regras”. (Tomas S. Kuhn – A Estrutura das Revoluções Cientificas – São Paulo, 2001 – pg.95)

        A levedura ou ciência das fermentações é recente, veja em 1680 Anton Van Leeuwenhoeck observou pela primeira vez uma Levedura isso já 100 anos depois da Reinheitsgebot, em 1789 Antoine-Laurent Lavoisier descreve a estrutura química da fermentação partes de açúcar converte em álcool e CO2, em 1800 Louis Pasteur conclui que a Levedura é um microorganismo vivo e começa a entender que pode controlar o consumo de açúcar convertido em álcool, olhe ainda em 1860 quando Pasteur estudava fermentação cervejeira muitas pessoas acreditava que a levedura não era Responsavel exclusiva da fermentação, acreditavam que a cerveja era uma sopa complexa de material como um Mix de proteínas, ácidos nucleicos, bactérias, levedura inclusive e muitas outras coisas… Isso em 1860. Em 1880 Pasteur entende que contaminantes provoca Off-flavors, em 1883 apenas em 12 de novembro de 1883 Emil Christian Hansen isola pela primeira vez uma levedura Lager (Saccharomyces carlsbergensis ou urvarun, atualmente S. pastorianus. E em 1.957 Jean de Clerck apresenta muitos estudos revolucionários ao tema como a criação da Duvel.

        Observando este breve relato no tempo, e seguindo a otica modernista não seria a FERMENTAÇÃO uma ciência quantica, digo “modenista” já?

        Realmente, não basta so misturar ingredientes ou conhecer técnicas classicas de 1516 de fazer mostos, temos que conhecer o atual, o moderno, ou ainda a incerteza, a ” Levedura Quantica”. Ou talvez não. A “levedura classica” continua sendo uma dadiva dos céus para muitos nos dias de hoje.

        Samuel

      • Acredito que todos concordam que para evoluir, desenvolver novas técnicas cervejeiras e criar uma identidade nacional precisamos de mais conhecimento, seja das técnicas tradicionais de produzir o mosto, seja da ciência moderna da fermentação. Se não conhecermos nem um nem outro estaremos dirigindo um carro com um dos olhos tampados. Assim perdemos a percepção de profundidade e com grandes chances de bater este carro cervejeiro (para fazer mais um paralelo).

  8. gastrobirra disse:

    Parabéns pelo seu texto e obrigado pela citação no seu blog!
    Muito bom este paralelo com a arte moderna brasileira e o estado em que as nossas cervejas se encontram. No tempo em que estudei História da Arte na universidade, podemos conhecer de perto toda essa revolução Modernista e principalmente no Brasil. O Brasil foi muito criticado por copiar técnincas europeias de arte, só modificar alguns traços e usar a nossa cultura como base. Foi realmente isso que aconteceu, usou a técnica europeia já existente e conseituada e deu o toque brasileiro com inspirações em outras artes. A partir disso se criou uma escola modernista no país e foi uma das únicas a repassar isso para outras formas de arte como a literatura, música e etc.
    A escola brasileira cervejeira esta no mesmo caminho, usando técnicnas já existentes e colocando o que é nosso. Isso é só o caminho e que poderá melhor ainda mais com o uso de outros ingredientes e poder usar a cervejas em outras formas e não somente em líquidos.
    Temos muito no que caminhar, mas só iremos mudar e criar algo nosso se olharmos para o que temos de melhor e usar isso ao nosso favor.

    • Guilherme,
      De nada. Como já era um assunto que já havia sido tratado antes e só estou reanalisando por outra ótica achei bom citar todos que já haviam contribuído para a discussão.
      No seu texto o paralelo é entre cerveja e gastronomia. No meu entre cerveja e arte. Mas se fossemos pensar daria para traçar um paralelo com qualquer movimento cultural de ruptura e busca de identidade. O caminho é sempre o mesmo.
      abraço

  9. Linus, ficou muito legal a versão final… Parabéns, nada melhor do que pensar e repensar nossas escolhas e caminhos! viva a cultura cervejeira no Brasil. Viva a cerveja brasileira!

    abraços!

    • Bernardo,
      Muito obrigado. Os seus conselhos na elaboração do texto foram muito importantes para chegar neste resultado final.
      Viva a cerveja brasileira.
      abraço

  10. Obrigado Linus,
    E mais uma vez parabéns pelo post, inclusive por permitir e nos deixar compartilhar.

    Concordo plenamente que o conhecimento é a única saída.

    Precisamos avançar no tema/Post “Yeast” para melhores resultados, assim vamos poder questionar com Seguranca: Açaí, or not açaí?

    Saudações
    Samuel

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