Tasting the DoppelHop

I guess most of you remember that on Rosenmontag I brewed a doppel bock bier and bottled it on March 11th. 1 week through bottle conditioning the pressure in the bottles was already reaching 2bar so I decided to open one for tasting. For my disapointment that bottle had significant levels of diacetyl (butter, toffee, butterscotch) that I didn’t notice in the day we bottled the beer. So either the beer developed diacetyl during bottle conditioning and needed some more time to clean it up or I got myself an infected batch.

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Without much alternative I decided to put the bottles in the cellar and wait for another 2 weeks to try them again. If it was infected the diacetyl would still be there otherwise the beer would clean up nicely.

So 2 weeks later we opened another bottle that had no perceivable diacetyl. YAY. The beer has a noticeable hop aroma (not characteristic for the style, but just like I wanted it), a nice malt flavor with some roastiness mixed up with the bitterness. I guess this beer wouldn’t win any competition and probably get me a lifetime ban in Bavaria (due to the aroma hops) but I’m pretty happy with it. Maybe next time I’ll try to hit my desired OG to increase the alcohol levels since this one ended in the lower end of the scale for the style and reduce a little the chocolate malts to balance more the malt and the roast flavors.

 

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Chimay

 

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The beers of Chimay (pronouce CHIMÉ) are very well known in the beer world. What most people don’t know is that the beers are named after the village where the Abbaye Notre Dame de Scourmont is located (where the beers are actually brewed).

So we decided to go there for a visit in one of these cold weekends in March. Chimay is about 3 hours and a half drive from Cologne but since we decided to stop at Val Dieu to visit the place (and have lunch with some local brewed beers), and at Carrefour in Liege to fill in the trunk with belgian beers, it took us more than that to arrive there.

Since you really can’t visit the Abbaye and/or the brewery we settled for spending the night at the Auberge de Poteaupré where the Chimay Experience is also located. It’s a nice cozy hotel with a good restaurant that serves good local food and local Chimay beers (of course) in the middle of nowhere. Since we arrived after the Chimay experience was already closed we checked in the hotel and went down for some beers, cheese and latter for dinner.

On the next morning after breakfast we visited the Chimay Experience which tells the story of the Abbey and how the started producing beers and have been doing ever since. Really worth the visit. Then we just drove (you can walk/hike but it was -5oC that morning) to the Abbey for some pictures before driving back to Cologne.

Next stop who knows? Westmalle or Orval are good candidates.

 

Traditions

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Those who know me well know I like traditions, or that I like to come up with new traditions every now and then. So after I created the Post-Christmas Brew Day tradition I decided to created the Rosenmontag BrauTage. For those that don’t know German Karneval, Rosenmontag is the carnaval Monday and it’s usually a day off from work here in Cologne.

So in order to honor the just created tradition of the Rosenmontag Brautage I decided to brew the DoppelHop Doppelbock beer that we invented and brewed some years ago at Cervejaria Bamberg during a homebrew club barbecue. Also after almost 3 years living in Germany it was about time for me to brew a German style beer (with a twist).

I scaled down the recipe from the original 40L down to 10L of my current equipment and changed the late hop additions to something I had access to. Also, since I couldn’t convince Alexandre Bazzo to ship some Cervejaria Bamberg lager yeast to me, I decided to use WYeast 2206 Bavarian Lager instead.

The brewday was uneventful (at least no boil overs like at the original day) but efficiency was lower than projected (forgot to adjust down the brewhouse efficiency for high gravity beers). Also when transferring the wort from the boil kettle to the fermenter the flower hops clogged everything. So I just threw everything (hops and trub included) into the fermented and prayed to Ninkasi so nothing bad would happen to the beer. In the end it may not be a Doppelbock per definition but at least I tried.

After 2 weeks of lager fermentation that started as low as 8oC for 3 days and up to 12 oC for the remainder of the time the beer density stabilised. So I transferred the beer (this time without the hop flowers) to another bucket and put it to lagger at 4oC for another 2 weeks. After that the beer was bottled using 2 carbonation drops per 500ml bottle. For some stupid reason I decided to not to any dry hopping so let’s see how the beer turns out after bottle conditioning finishes in 1 week from now.

There is a video (in Portuguese) of the bottling process below

ps.: Decidi fazer este post em inglês para dar uma variada, se acharam metição demais avisem nos comentários.

Session Beers – Book Review

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Quem me conhece sabe que eu gosto de ler sobre cerveja, muito. O último livro que li foi o Session Beers da autora Jennifer Talley (editado pela BA). O livro cobre tanto o conceito de Session Beer, já que não é um estilo propriamente dito, a história dos estilos clássicos que podem ser considerados como session beers e a evolução da cerveja nos EUA antes e depois da lei seca. Outro ponto interessante do livro são os aspectos técnicos e recomendações para a produção de uma session beer de qualidade e seus aspectos econômicos. Por fim o livro traz uma série de receitas de session beers de cervejarias conhecidas tanto em escala industrial como caseira.

Bruxelas

Acho que não precisa nem falar, mas como Colônia fica a somente 2 horas de carro de Bruxelas acabamos indo com muita frequência para lá. Seja para um simples passeio ou para algum festival/evento.

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E nessas idas e vindas já colecionamos uma série de lugares que gostamos muito de ir e repetir. Então ao invés de contar como foi uma destas visitas segue a lista dos lugares que gostamos de frequentar:

Moeder Lambic Fontainas (Place Fontainas 8, 1000 Bruxelles, Bélgica) – Acho que não precisa de muita apresentação. Bar muito legal, frequentado por amantes de boa cerveja, em especial das Sours. Sempre com uma boa seleção e boas opções para comer. Aqui não se encontra as clássicas cervejas belgas (trapistas, Duvel, Delirium, etc.) mas cervejarias mais novas e menos conhecidas. No verão pegue uma mesa externa e aprecie a vista da avenida (que fica fechada ao transito de carros). O bar promove muitos eventos ao longo do ano, sejam lançamentos como mini festivais com cervejarias de outros países. Fique de olho na página deles no Facebook para tentar combinar uma visita com algum evento.

Delirium Café (Impasse de la Fidélité 4, 1000 Bruxelles, Bélgica) – Não tem como falar em Bruxelas sem falar no Delirium Café. Dono da maior carta de cervejas do mundo o bar é uma parada obrigatória para qualquer amante de cervejas. Perto da Grand Place, escondido em um beco, você encontra o que hoje é um complexo de 4 bares do mesmo grupo. Lá tem de tudo, das belgas clássicas, as importadas de todo lugar do mundo, até aquela cerveja obscura que nunca ouvi falar. O ambiente do bar durante a tarde é mais tranquilo, portanto se prefere sentar para apreciar a cerveja com calma e conversar com quem mais estiver consigo, procure ir nesse período. Já a noite o bar e o beco costumam ficar lotados de grupos de turistas, onde para a maioria o objetivo é fazer festa e se embriagar. Se quiser fazer amigos com estranhos a cada 5 minutos sem se importar em fazer análise sensorial de cada copo que estiver bebendo, vá a noite. A diversão, e novas amizades são garantidas.

Café Des Halles (Place Saint-Géry 1, 1000 Bruxelles, Bélgica) – Esse café fica dentro do Halles Saint-Géry que é um mercado antigo no centro de Bruxelas transformado em galeria de arte e onde 1 vez por mês acontece um brechó (mercado de pulgas). Com poucas porém boas opções de cerveja é um ótimo lugar para sentar do lado externo do verão e curtir o movimento desse quarteirão boêmio do centro da cidade (menos turistas e mais locais) ou sentar do lado de dentro no inverno e curtir a música eletrônica quando o local se transforma num lounge.

Cantillon (Rue Gheude 56, 1070 Anderlecht, Bélgica) – Essa cervejaria não precisa de muita apresentação e com certeza é um lugar mandatório para qualquer aficcionado por cervejas visitar em Bruxelas. O tour (auto guiado) pela cervejaria é ótimo para se entender o processo de fabricação de Lambics e a degustação no final (incluída no ingresso no tour) perfeita. Minha primeira sensação ao entrar na Cantillon pela primeira vez foi que o aroma de Sour Beer/Lambics permeia o lugar todo. Minha vontade era de lamber as paredes daquele lugar. No final, não precisa, você pode simplesmente sentar na área reservada e ficar degustando as cervejas disponíveis. Mas fique de olho nos horários de funcionamento pois eles não abrem domingos e feriados e fecham relativamente cedo nos dias que abrem.

Outros bares cervejeiros que valem a pena citar são, À la Mort Subite (Rue Montagne aux Herbes Potagères 7, 1000 Bruxelles, Bélgica), Brewdog Brussels (Putterie 20, 1000 Bruxelles, Bélgica), Au Brasseur (Rue du Marché aux Fromages 3, 1000 Bruxelles, Bélgica)

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Alguns festivais que acontecem na cidade são:

Belgian beer weekend – O mais conhecido e tradicional festival de cerveja belga em Bruxelas. A Grand Place é tomada pelo festival onde se encontra todas as clássicas cervejas belgas. O festival acontece em 3 dias onde não se cobra entrada, somente o que é consumido.

BXL Beer Fest – Um festival mais alternativo, onde as cervejas presentes são de cervejarias mais novas e mais próximas do movimento craft. Aqui podesse encontrar cervejas de estilos ingles, alemão, americano, belgas, etc. sem restrição. Nesse ainda não fui mas pretendo ir esse ano.